Corujas

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Testando pincel, nanquim, aquarela.

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Baleias

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Anima Mundi 2015! Eu fui!!!

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Primeira vez no Rio! Primeira vez no Anima Mundi! Só amor, alegria e empolgação ^^ Compartilho aqui um pouco de como foi essa maravilhosa experiência!

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O Anima Mundi (no Rio de Janeiro) este ano aconteceu na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, longe, longe, longe… Quem estava hospedado no Centro, por exemplo, enfrentou diariamente horas e horas de trânsito. Por sorte (muita sorte na verdade) minha tia, que mora naquela região, carinhosamente me recebeu e tive bons momentos com ela e meus primos. Claro que arrastei todos eles para o festival também!

A dimensão do festival é tamanha que num primeiro momento fiquei bastante perdida sem saber para que lado ir ou o que fazer primeiro. São muitas sessões de curtas acontecendo simultaneamente, há sessões especiais de longas, sessões paralelas, tais como a Galeria, Futuro Animador e Olho Neles. Além disso estava acontecendo o Anima Fórum, com uma programação incrível, com vários convidados internacionais. Infelizmente não pude participar dessa vez, mas certamente é um dos objetivos para 2016!

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A nova locação do festival possui uma estrutura monumental. Alguém expressou isso de forma bastante pontual ao dizer “me sinto uma barata debaixo da mesa”. Infelizmente não lembro quem falou isso, mas a frase foi repetida diversas vezes. O lugar é realmente gigantesco! A infraestrutura das salas de exibição, auditórios, espaços coletivos e banheiros é excelente. O sistema de som é realmente impressionante e a acústica das salas é ótima. Os acessos e a praça de alimentação, porém, deixaram a desejar. Apesar da grandiosidade, o lugar é um pouco inacessível. Pedestres só conseguem chegar através do acesso subterrâneo a partir do Terminal Alvorada e isso está muito mal sinalizado. Até mesmo as entradas para carros são difíceis de notar. A praça de alimentação era composta somente por food trucks e carrinhos gourmetizados. Não havia nenhuma refeição com preço popular. Opções veganas eram inexistentes até eu pedir uma tapioca com tomate e manjericão… O café da Cidade das Artes não ajudava muito também, eles ofereciam almoço somente para a equipe de produção. Ir para outro lugar não era uma opção viável já que tudo era muito longe. Há pouquíssimas opções pelas redondezas, e que só descobrimos nos últimos dias de evento. Esse fator pesou muito para os animadores que estavam ali durante todo o dia, acompanhando tanto as sessões de curtas quanto o Anima Fórum. O jeito era carregar diversos lanchinhos na mochila.

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Após muita expectativa acompanhando de longe a produção do novo longa-metragem da Aardman finalmente vi Shaun The Sheep !!! Mas não foi uma exibição qualquer. Era a Grande Sala do Anima Mundi e o Will Becher, lead animator do filme, abriu a sessão falando um pouco sobre as etapas da produção. Depois de muitas gargalhadas, aplausos e a visível aprovação geral do público, ele continuou o bate-papo e mostrou bonecos utilizados durante a produção! O filme é lindo, muito engraçado, manteve brilhantemente as características da série e tem piadinhas para todas as idades. Os cenários, props e personagens, como todo bom filme stop motion, chamam bastante a atenção, foram totalmente feitos à mão por uma incrível equipe de model makers e em seguida ganharam vida pelas mãos de 16 animadores.

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Trailer de Shaun The Sheep aqui.

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Como boa passageira de primeira viagem fiquei um pouco mais pobre na lojinha do Anima Mundi… Catálogo, camiseta, botton, lápis, fiz a festa, o negócio era não pensar muito! O catálogo é lindo, assim como tudo mais. A arte deste ano foi do animador canadense Cordell Barker, que inclusive já exibiu filmes e foi convidado internacional em edições anteriores do festival. Tentei achar, sem sucesso, o link da vinheta, não deve estar disponível online ainda.

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Outra sessão pela qual esperei por meses! Rocks in my Pockets, de Signe Baumane, foi exibido em sessão única e especial dentro da Galeria. A diretora nasceu na Letônia e atualmente vive em Nova Iorque. Com uma filmografia extensa de curtas-metragens este foi seu primeiro longa, lançado em 2014. Rocks in my Pockets é uma animação autobiográfica que explora o modo como a depressão tem assombrado três gerações de mulheres em sua família. Além de diretora e animadora, Signe é também artista plástica, já produziu diversas pinturas e esculturas e ilustrou livros infantis.

Trailer aqui e no site do filme você pode comprar o DVD ou o link do vimeo.

Alguns filmes brasileiros que se destacaram no festival: Giz, stop motion, direção de Cesar Cabral; O Quebra-Cabeça de Tarik, stop motion, direção de Maria Leite; Castillo y el Armado, desenho animado, direção de Pedro Harres e Ruben Castillo; Até a China, desenho animado, direção de Marcelo Marão; Vagabond, desenho animado, direção de Pedro Ivo, constando porém como da Dinamarca, onde o diretor reside atualmente; Virando Gente, desenho animado, direção de Analucia Godoi e animação da Rosaria, belíssimo filme sobre o nascimento psíquico pelo qual os bebês passam.

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A mostra especial do festival esloveno Animateka foi uma das minhas favoritas, com o premiado Boles, stop motion incrível que tive a oportunidade de ver pela terceira vez na tela de um festival, Suur Maja (Big House) e Do Serca Twego (To Thy Heart). Foi também minha última sessão antes da premiação. Um momento muito emocionante do festival foi a premiação do filme Até a China, do diretor Marcelo Marão, como Melhor Curta Brasileiro. O filme é hilário sem deixar de ter um toque sutil e sensível.

O Rio foi generoso comigo. Lindos dias de sol, encontros e reencontros inesquecíveis, sessões de filmes muito especiais, conversas, trocas e muitos, muitos sorrisos. A saudade é sempre grande na hora da partida.

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As fotos da Cidade das Artes, da Grande Sala e dos bonecos de Shaun The Sheep são da queridíssima Giu Danza, lá de BH, diretora, animadora, uma artista incrível. Gracias Giu! Aproveito para agradecer especialmente à minha querida Tia Verônica e aos meus primos fofos Cat e Rodrigo que me abrigaram durante os dias do festival. ^^

Após uma noite sem dormir, um atraso de uma hora no voo seguido pelo cancelamento do mesmo e sua posterior transferência para o período da tarde, chegar a Floripa após cerca de uma hora e meia flutuando no ar, e sentir a brisa da maresia assim como o cinza de uma tranquila tarde nublada e chuvosa foi uma ótima sensação de estar em casa. O Anima Mundi, porém, é como uma estrada sem volta, ano que vem tem mais.

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Reading the Classics!

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Apresentação final para um curso de inglês que fiz este semestre! A inspiração veio do ensaio Why read the classics? (Por que ler os clássicos), do escritor italiano Italo Calvino e que pode ser lido na íntegra aqui.

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Mimimis…

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Azul

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